
Quando engravidou de Catharina, com duas cesáreas anteriores, Gisele Leal ouviu de todos a sentença: jamais poderia ter sua terceira filha de parto normal. “Seu útero se romperá com uma única contração! Você não pode entrar em trabalho de parto!”, ameaçaram alguns. Com uma busca no Google, “parto normal após duas cesáreas”, ela soube que não era bem assim. E descobriu um mundo novo, o da humanização do parto. Aqui mesmo, no site Parto com Prazer, conheceu a história de Fernanda, que percorreu um caminho semelhante ao dela e muito a inspirou. Agora compartilha essa vitória com a gente.
Texto Gisele Leal Foto Lucy Miguel

O respeito à natureza feminina e a confiança na capacidade das mulheres de dar à luz formam os pilares que sustentam o trabalho da obstetriz Márcia Koiffman.
Texto Luciana Benatti Foto Marcelo Min
A americana Alexandra Orchard desejava um parto natural no nascimento de sua primeira filha. Embora bem informada, cedeu à pressão do médico e aceitou uma ruptura de membranas dois dias após a DPP (data provável do parto). Foi a primeira de uma cascata de intervenções que levaram a uma cesárea desnecessária.

O primeiro filho nasceu de cesárea. Grávida, ela resolve lutar por um parto normal. O marido não consegue entender. “Por que escolher um caminho tão difícil? Que diferença faz?”, questiona. A parteira Ana Cristina Duarte escreve uma carta emocionante para ajudar essa mãe a encontrar suas próprias respostas.

Mãe de três meninas, Fernanda sempre quis um parto normal. Nas duas primeiras gestações, confiou totalmente nos médicos e acabou em cesáreas desnecessárias. Na terceira, buscou informação e conseguiu algo que muitos consideravam impossível: um parto natural.