
“Eramos eu e Horácio, em completa sintonia. Ele usava toda a sua força para fazer pressão no meu quadril – e eu ainda pedia para apertar mais forte! Quando a contração parava, ele soltava aliviado e aproveitava os poucos minutos entre uma contração e outra para tentar relaxar os músculos e respirar.” Leia o relato de Luana Arnhold sobre o nascimento de Victor num parto domiciliar com parteira, em outubro de 2009, em São Paulo. Texto Luana Arnhold Fotos Marcelo Min
O Grupo de Apoio Nove Luas /Casa Moara / PrimaLuz promove no próximo sábado, 27 de fevereiro, a partir das 10h30, uma reunião aberta e gratuita para troca de experiências sobre parto na água. Em discussão, os mitos e verdades sobre o tema, quem acompanha esse tipo de parto e quem pode tentá-lo. Com depoimento de convidadas [...]

O nascimento na banheira é um mero detalhe. Gisele não buscou um parto na água. Porque o parto na água não é um fim. É um meio, uma possibilidade, um dos desfechos possíveis para o parto em que a mulher é ouvida e respeitada. Benjamin poderia ter nascido no chuveiro, na banqueta de cócoras, na cama do casal ou onde quer que ela se sentisse mais confortável.
Texto Luciana Benatti Foto Marcelo Min

Depois de mudar de médico com 36 semanas de gestação, Luciana teve um parto tranquilo e sem intervenções desnecessárias. O nascimento de Arthur, num parto natural hospitalar na água, em 2007, foi vivido com prazer e alegria.

O parto na água é um grande tabu para a maioria dos médicos e maternidades do Brasil. Por ser uma alternativa pouco conhecida por aqui, costumar ser envolta numa aura de mistério e cercada de mitos sem nenhum fundamento científico. Conheça alguns deles.