"O parto pode ser, sim, um momento poderoso de transformação, alegria e prazer. Espero que este livro inspire muitas mulheres."

Gisele Bündchen, mãe de Benjamin e Vivian, nascidos em casa, com parteira

Entrei em trabalho de parto na livraria, lendo Parto com Amor

Bruna e a filha, nascida de parto normal

Tive uma gestação tranquila e sempre quis parto normal. Meu médico disse que o faria. Desde a semana 37 já tinha um pouco de dilatação e a cada consulta ele fazia o exame de toque e cutucava um pouco o colo do útero para ajudar o processo. Esperando para ser atendida na consulta da semana 39, escuto a secretária agendando um quarto para mim na maternidade. No consultório discuti com o médico, ele disse que era o procedimento, não poderia esperar mais de 40 semanas, o bebê poderia sofrer e morrer. Fui radical e disse a ele que, se não nos atendesse, minha filha nasceria pelo SUS. Ele então concordou em fazer o pós-datismo, mas eu assumiria todos os riscos.

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Minha história com o livro começou antes de ele nascer

Patrícia e as filhas, Tarsila e Cecília

Luciana e Marcelo nos convidaram para uma conversa na casa deles, porque eu e meu marido ficamos interessados em saber mais sobre o parto do Arthur e eu estava grávida de mais de 30 semanas da primogênita. Até aquele momento já tinha passado por duas médicas e não estava segura de que teria o parto que eu escolhi, mesmo estando com uma gestação de baixo risco e me sentindo ótima. Passava por consultas de 20 minutos que não me acrescentavam nada, com uma médica do convênio indicada por amigas do trabalho. Até que me dei conta que todas elas tinham tido cesariana. No começo do papo, a Luciana disse: “eu troquei a médica do convênio com 36 semanas”. E a ficha caiu.

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Li e decidi que queria um parto para chamar de meu

Carolina e o filho Caio

Fiz um teste de farmácia no consultório da psicóloga… E deu positivo! Saí de lá e fui direto para uma livraria, louca para comprar vários livros sobre gravidez, diário de grávida etc. e tal. Passei horas na livraria. E praticamente li Parto com Amor lá mesmo. As fotos me chamaram muito a atenção, e ali decidi que queria um parto para chamar de meu. Lendo o livro com mais calma, mais tarde, já em casa, descobri através dele que ter um parto normal e inesquecível não seria tão fácil quanto parecia. Minha mãe me teve de cócoras, depois de ler “Nascer Sorrindo”, que foi recomendado pelo médico dela. Acho que ela teve sorte! Enfim, com cinco semanas de gestação iniciei a minha busca.

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